A bola tem algo de mágico e sempre exerceu uma atração forte em mim: bol

inhas de rolimã, bolas de gude, de pingue-pongue (tênis de mesa), de futebol, bolas de arranjos natalinos, bolas de festa, bola gigante (
daquela que se ganha como prenda nas barracas de quermesses e festas populares), bola de cristal, qualquer bola, simples ou não, e até a esfera do mapa mundi (
o globo
terrestre das aulas de Geografia), enfim, todas me encantam.
Vou contar um segredo: foi há uns seis anos quando

fui fazer um exame de sangue. Na sala de colheita havia um cesto cheio de bolinhas coloridas para dar às crianças pra que não chorassem. Fiquei encantada com as bolinhas e..., não é que ganhei uma! Saí do laboratório toda feliz com o meu troféu na mão e guardo-o comigo até hoje. É a minha companheirinha na hidroginástica, a mascote.
